Exército dos EUA intensifica ações militares contra o Irã sob ordens de Donald Trump, visando proteger o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz.
O Exército dos Estados Unidos anunciou a realização de uma nova série de ataques contra o Irã, em uma escalada de tensões na região. A ação, determinada pelo presidente Donald Trump, tem como objetivo principal neutralizar a capacidade iraniana de ameaçar a navegação civil e comercial.
Segundo o Comando Central dos EUA (CENTCOM), os bombardeios foram programados para ocorrer no domingo à tarde, horário de Brasília. A iniciativa visa garantir a livre passagem de embarcações pelo estratégico Estreito de Ormuz, uma rota crucial para o comércio global de petróleo e outros bens.
As ações ocorrem após relatos de que forças iranianas, especificamente da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC), teriam aberto fogo contra navios mercantes na área. A resposta americana busca, portanto, punir e inibir tais hostilidades, conforme comunicado oficial do CENTCOM.
Ataques e Defesas no Estreito de Ormuz
O porta-voz do CENTCOM, capitão Tim Hawkins, confirmou que aeronaves americanas agiram com sucesso, derrubando um míssil de cruzeiro iraniano e um drone de ataque de uso único. Essas interceptações demonstram a prontidão das forças dos EUA em responder a provocações diretas no Estreito de Ormuz.
A operação, detalhada pelo CENTCOM, visa “continuar a degradar a capacidade iraniana de atacar marinheiros civis e navios comerciais que transitam livremente pelo Estreito de Ormuz”. A declaração enfatiza o caráter defensivo e dissuasório das ações americanas, buscando evitar conflitos maiores.
Repercussão no Irã
Em resposta aos ataques, a TV estatal iraniana reportou a ocorrência de explosões em diversas localidades na costa sul do país. Relatos indicam que os sons de explosões foram ouvidos a oeste de Bandar Abbas, na ilha de Qeshm, na cidade de Jask e em partes da província de Bushehr.
A situação no Estreito de Ormuz permanece tensa, com ambos os lados demonstrando capacidade de resposta e dissuasão. Os Estados Unidos reiteram seu compromisso em manter a liberdade de navegação, enquanto o Irã busca afirmar sua influência e capacidade militar na região, aumentando a preocupação internacional com a escalada de conflitos.