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Flávio Bolsonaro chora ao falar do pai preso na Papuda e diz que respeita muito Michelle, emociona bancada do PL e pede união da família

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Flávio Bolsonaro se emocionou em reunião do PL, falou sobre as visitas ao pai na Papuda, disse que a família sofre e afirmou que respeita muito Michelle, em tom de apelo por unidade

O senador Flávio Bolsonaro se emocionou e chegou a chorar nesta quarta-feira, ao falar sobre a situação do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso no Complexo da Papuda desde janeiro.

Durante a reunião com a bancada do Partido Liberal, Flávio falou sobre a candidatura dele como forma de mostrar um caminho para o país, e destacou o impacto que a prisão tem sobre a família.

As informações foram apresentadas em relato do evento, conforme informação divulgada pelo g1

Emoção ao defender o pai e o projeto político

Na fala à bancada, Flávio afirmou, em tom emocionado, que sua candidatura tem um propósito político e pessoal, e trouxe uma declaração direta sobre o sofrimento familiar, dizendo, “Eu sou candidato para mostrar um caminho que esse país tem que seguir. […] Ele não merece passar o que está passando, […] a família sofre”, conforme relato do encontro.

O senador ressaltou que a situação do pai provoca angústia nas visitas ao presídio, e lembrou que o episódio afeta não apenas a ele, mas toda a família.

Referência a Michelle e pedido de respeito

Ao relatar as idas ao pai na Papuda, Flávio Bolsonaro afirmou que respeita todos os membros da família, citando nominalmente os irmãos e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ele disse, “Dá uma aflição na gente, é muito sério o que está acontecendo”, enfatizou Flávio, segundo o registro do encontro.

O senador também mencionou episódio de tensão no final de 2025, quando Michelle criticou apoio do partido a um candidato no Ceará, e disse ter pedido desculpas à ex-primeira-dama após a disputa interna.

Repercussão interna e cenário eleitoral

Nas últimas semanas, o ambiente familiar voltou a ser citado nas discussões sobre a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência. O nome dele, o de irmãos e de aliados surgiram em notas sobre apoio e alinhamento político.

Em evento anterior, Flávio procurou minimizar ruídos no grupo, afirmando, “Da minha parte, é desavença zero [com Tarcísio ou Michelle]. Meu nome está colocado, e todos pediam que o presidente escolhesse o nome, e ele escolheu. Acho que teve um ruidozinho ali no começo, mas agora a poeira já baixou”, conforme entrevista citada no relato do evento CEO Conference, do BTG Pactual.

O episódio desta quarta reforça o tom emotivo adotado por Flávio nas falas públicas, ao mesmo tempo em que destaca a necessidade de articulação dentro do PL e do clã Bolsonaro, com olhares voltados para as próximas disputas políticas.