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Marcopolo aposta no mercado exterior para 2026 e busca crescimento com homologação na Europa, projetos na Austrália e oportunidades na Argentina e entre México e EUA

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A fabricante paulista prepara expansão para fora do Brasil, com foco em aumentar vendas e eficiência operacional em 2026.

Executivos dizem que, apesar de expectativa de baixo crescimento da indústria, há janelas de oportunidade fora da América Latina.

As iniciativas incluem projetos na Austrália, processo de homologação na Europa e parcerias estratégicas, conforme informação divulgada pela Marcopolo em teleconferência nesta sexta-feira (27).

Estratégia e meta para 2026

Segundo a empresa, 2026 será um ano de oportunidades em relação à eficiência interna e ganhos nas operações do exterior, diz o grupo em suas comunicações oficiais.

De acordo com o presidente-executivo da companhia, André Armaganijan, e o diretor de finanças e relações com investidores, Pablo Motta, 2026 será um ano de oportunidades em relação à eficiência interna e ganhos nas operações do exterior, conforme divulgado pela Marcopolo.

Onde a Marcopolo mira no mercado exterior

Armaganijan destacou que a frota envelhecida no mercado argentino e definições tarifárias entre México e Estados Unidos podem representar oportunidades, apesar da cautela causada pelas negociações entre ambos os países.

O grupo também mantém foco em projetos especiais fora da América Latina, com destaque na Austrália, enquanto avança em processo de homologação de produto na Europa.

Na Europa, já há produção de unidades e parceria com a Volvo, com a Itália e a França como mercados iniciais, e Portugal e Espanha sendo avaliados por comprarem soluções de chassi e carroceria.

Impacto no mercado financeiro e leitura do setor

O movimento da companhia no exterior aparece junto à reação do mercado, com as ações oscilando conforme as notícias sobre expansão e resultados.

As ações do grupo caíam 1% por volta de 12h25, após avanço de 5,6% na quinta-feira (26), segundo as informações divulgadas pela empresa.

A aposta no mercado exterior busca compensar um ano de indústria mais morno no Brasil, com ganhos esperados em eficiência interna e maturação de operações internacionais.