Zara Larsson declarou que não há músicas de Chris Brown em suas playlists, ela afirma ter bloqueado artistas que considera abusadores no Spotify e explica por que evita apoiar quem comete violência
Zara Larsson falou sem rodeios sobre suas escolhas pessoais nas plataformas de streaming, afirmando que evita artistas que considera responsáveis por comportamentos abusivos, e que os removeu de suas playlists.
A cantora mencionou especificamente não ouvir músicas de Chris Brown e explicou que a decisão é parte de um posicionamento maior contra abusos e violência, mesmo reconhecendo talento artístico quando necessário.
As informações foram dadas em entrevista à revista Cosmopolitan, conforme informação divulgada pela Cosmopolitan
O que Zara Larsson disse sobre bloquear artistas
Na entrevista para a Cosmopolitan, Zara afirmou, ‘Tem tantos artistas que eu bloqueei no Spotify, e todos eles são abusadores. Você certamente nunca encontraria uma música de Chris Brown, por exemplo. Tchauzinho’.
O comentário deixa claro que a artista usa o recurso de bloqueio como forma de não financiar ou apoiar publicamente criadores que ela considera problemáticos, e que Chris Brown está nessa lista pessoal.
Declarações anteriores, talento e comportamento
Zara já havia abordado o tema em 2016, em conversa para o Song Tinder, dizendo, ‘Eu não gosto dele. Para ser honesta, eu gosto da música dele. Eu o acho talentoso, sabe cantar e dançar bem. Mas não é uma pessoa legal’.
Essas falas mostram que a cantora distingue entre o reconhecimento do talento artístico e o repúdio a comportamentos pessoais que considera inaceitáveis.
Histórico de acusações envolvendo Chris Brown
O posicionamento de Zara vem em meio a acusações e condenações que marcaram a carreira de Chris Brown. Em 2008, ele se declarou culpado do crime de violência doméstica após agredir fisicamente sua então namorada, Rihanna.
Em setembro de 2014, ele se declarou culpado novamente de agressão leve após um incidente em outubro de 2013 em Washington D.C., e em 2017 a ex-namorada Karrueche Tran conseguiu uma ordem de restrição contra o rapper por cinco anos, após um relacionamento que teria terminado em 2014.
Contexto e repercussão
O caso ilustra como artistas e público têm discutido a separação entre obra e autor, e como personalidades como Zara Larsson usam suas plataformas para declarar posicionamentos pessoais sobre apoio e consumo cultural.
Ao afirmar ter bloqueado no Spotify artistas que classifica como abusadores, Zara reafirma uma postura que prioriza o respeito e a responsabilidade, e que pode influenciar a percepção de fãs e seguidores sobre apoiar ou não determinados nomes.