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Trump afirma que operação matou El Mencho, líder do Cartel Jalisco Nova Geração, e diz que ação teve apoio de inteligência dos EUA

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Mortes de lideranças do Cartel Jalisco Nova Geração, inclusive El Mencho, ocorreram durante ação atribuída às Forças Armadas mexicanas, com apoio da inteligência dos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos comentou publicamente a operação que levou à morte de El Mencho, apontando participação de inteligência americana no episódio.

O episódio provocou uma nova onda de violência em áreas do oeste do México e reacendeu debates sobre cooperação entre os dois países no combate aos cartéis.

As informações sobre o envolvimento das Forças Armadas mexicanas e o apoio da inteligência dos EUA foram divulgadas oficialmente, conforme informação divulgada pela Casa Branca e pelo discurso do presidente Donald Trump.

O que disse Trump

No discurso do Estado da União, o presidente afirmou, de forma enfática, sobre a operação que atingiu a cúpula do crime organizado no México, ele disse, “Nós derrubamos o chefe do cartel mais importante do México, vocês o viram ontem”.

Trump também lembrou que havia designado os cartéis mexicanos como organizações terroristas, e descreveu o fentanil como “uma arma de destruição em massa”.

Como foi a operação, segundo a Casa Branca

A Casa Branca declarou no domingo (22) que a operação, na qual o líder do cartel Jalisco Nova Geração foi morto, foi realizada pelas Forças Armadas mexicanas, com apoio da inteligência dos Estados Unidos.

A declaração oficial atribui a ação às autoridades mexicanas, e aponta o suporte de informações por parte de agências americanas, sem detalhar procedimentos específicos.

Impacto e contexto

O homem morto, Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho, era o líder do cartel Jalisco Nova Geração e um dos narcotraficantes mais procurados pelas autoridades de ambos os países.

A operação desencadeou uma onda de violência em Jalisco e outras partes do oeste do México, e aumentou a pressão política sobre medidas bilaterais contra o tráfico de drogas.

Autoridades e analistas apontam que a morte de um líder tão emblemático tende a provocar rearranjos internos no cartel, e possivelmente episódios de violência enquanto facções disputam poder.