Mamonas Assassinas seguem como referência do humor no rock brasileiro, saiba quais faixas viraram hinos nas rádios e nas festas, e veja dados sobre vendas e a carreira
Quem cresceu na década de 1990 provavelmente teve uma canção dos Mamonas Assassinas na trilha sonora da vida, seja no rádio, na TV aberta ou em festas de família.
O grupo de Guarulhos misturava rock, reggae e metal com letras bem-humoradas, conquistando público de todas as idades com shows e aparições na mídia.
As informações que embasam esta reportagem vêm do conteúdo divulgado originalmente, conforme informação divulgada pelo g1
O álbum de 1995 e números de sucesso
O único álbum de estúdio, de nome homônimo ao do grupo, foi lançado em 1995 e vendeu mais de 3 milhões de cópias só no Brasil. O disco se tornou um dos mais vendidos da história do país. Esse desempenho explica a onipresença das músicas dos Mamonas Assassinas naquela década, com singles que entravam e não saíam das programações.
As faixas mais ouvidas atualmente
Mesmo décadas depois, várias músicas do grupo aparecem com frequência em playlists, festas e rádios. No ranking do Spotify, as faixas mais ouvidas incluem títulos que viraram verdadeiros hinos para diferentes gerações.
- “Pelados em Santos”
- “1406”
- “Vira-Vira”
- “Robocopy Gay”
- “Chopis Centuis”
- “Jumento Celestino”
- “La Vem o Alemão”
- “Uma Arlinda mulher”
- “Mundo Animal”
- “Cabeça de Bagre III”
A tragédia que encerrou a trajetória
Em 2 de março de 1996, o avião onde estavam os Mamonas Assassinas chocou-se contra a Serra da Cantareira, em São Paulo, matando os cinco integrantes do grupo, além de um ajudante de palco, um segurança, o piloto e o copiloto da aeronave. A perda interrompeu uma carreira em ascensão e consolidou o grupo na memória afetiva do país.
Legado e por que as músicas continuam tocando
O legado dos Mamonas Assassinas vai além do humor, porque as canções são fáceis de cantar, têm refrões marcantes e misturam estilos musicais, o que atrai públicos variados.
As músicas dos Mamonas Assassinas permanecem nas playlists por causa da nostalgia, do impacto cultural dos anos 1990 e da capacidade das faixas de se adaptar a diferentes ocasiões, de festas informais a programas de rádio.