Jay-Z é confirmado para o Super Bowl 2027: uma nova era para o show de intervalo
A National Football League (NFL) anunciou oficialmente que o lendário rapper Jay-Z será a atração principal do show de intervalo do Super Bowl LXI, que acontecerá em 14 de fevereiro de 2027. A expectativa é que o artista, com mais de três décadas de carreira, presenteie o público com seus maiores sucessos, prometendo um espetáculo memorável.
O show de intervalo do Super Bowl se consolidou como um dos palcos mais importantes da música mundial, onde artistas renomados têm a oportunidade de exibir seu talento para uma audiência global. A cada edição, a NFL busca nomes que não apenas entretenham, mas que também façam história.
Ao longo dos anos, diversas apresentações se tornaram marcos, transformando o intervalo do jogo em um evento cultural por si só. Vamos relembrar alguns desses momentos que definiram o que é um show de intervalo de Super Bowl.
Michael Jackson redefiniu o espetáculo em 1993
Em 1993, no Super Bowl XXVII, Michael Jackson protagonizou uma performance que é amplamente considerada um divisor de águas. Sua energia contagiante e a produção grandiosa mudaram para sempre a percepção do show de intervalo, elevando-o a um patamar de espetáculo global.
O Rei do Pop embalou o público com hits como “Jam”, “Billie Jean”, “Black or White”, “We Are the World”, acompanhado por um coro de crianças, e “Heal the World”. A apresentação não foi apenas musical, mas um evento cultural que ecoou pelo mundo.
Prince hipnotizou o público sob a chuva em 2007
Considerado por muitos como o melhor show de intervalo de todos os tempos, a performance de Prince no Super Bowl XLI, em 2007, foi pura magia. Sob uma tempestade, o artista demonstrou sua genialidade musical com uma seleção de sucessos.
Prince entregou “We Will Rock You”, “Let’s Go Crazy”, “Baby I’m a Star”, “Proud Mary”, “All Along the Watchtower”, “Best of You” e encerrou com o icônico “Purple Rain”. Sua performance sob a chuva se tornou um dos momentos mais memoráveis da história do evento.
Beyoncé fez história em 2013 com performance poderosa
Em 2013, no Super Bowl XLVII, Beyoncé provou por que é um ícone global. Em um curto espaço de tempo, ela apresentou uma sequência de seus maiores hits, demonstrando seu controle de palco e presença magnética.
A cantora interpretou “Love on Top”, “Crazy in Love”, “End of Time” e “Baby Boy”. A performance ganhou um novo nível de emoção quando ela chamou ao palco Kelly Rowland e Michelle Williams, suas ex-colegas de Destiny’s Child, para relembrar sucessos como “Bootylicious”, “Independent Women Part I” e “Single Ladies”, antes de finalizar com “Halo”.
O U2 prestou homenagem emocionante em 2002
No Super Bowl XXXVI, em 2002, o U2 teve a delicada tarefa de homenagear as vítimas dos atentados de 11 de setembro. A banda irlandesa entregou uma performance poderosa e comovente.
Bono Vox iniciou o show com “Beautiful Day”, seguido por “MLK”, enquanto os nomes das vítimas eram projetados. A apresentação culminou com “Where the Streets Have No Name”, um momento de união e reflexão, com Bono abrindo seu casaco para revelar uma bandeira dos Estados Unidos.
Outras apresentações icônicas que marcaram época
Ao longo dos anos, o Super Bowl foi palco de inúmeras apresentações que se tornaram parte da cultura popular. Em 2017, Lady Gaga surpreendeu com uma performance enérgica, cantando hits como “Poker Face” e “Bad Romance”, além de um salto espetacular do topo da estrutura do estádio.
Madonna, a Rainha do Pop, encantou em 2012 com “Vogue” e “Like a Prayer”, apesar de uma polêmica envolvendo a rapper M.I.A. Em 2001, uma colaboração histórica reuniu Aerosmith, Britney Spears, NSYNC, Nelly e Mary J. Blige. Já em 2022, o hip-hop tomou conta com Dr. Dre, Snoop Dogg, Eminem, Mary J. Blige, 50 Cent e Kendrick Lamar.
Rihanna emocionou em 2023 com um show repleto de sucessos e a revelação de sua segunda gravidez. Shakira e Jennifer Lopez uniram forças em 2020, celebrando a cultura latina. E em 2026, Bad Bunny apresentou um show político e vibrante, inteiramente em espanhol, celebrando a identidade caribenha e a classe trabalhadora.
