As Forças de Israel e os Estados Unidos programaram uma nova onda de ataques para as próximas 24 horas, com foco em diminuir a capacidade iraniana de disparar foguetes e mísseis.
Autoridades afirmam que a taxa de lançamentos deve cair até a noite de terça-feira, com menos mísseis sendo disparados contra Israel, à medida que alvos estratégicos são atingidos.
O objetivo das ofensivas é atingir lançadores, estruturas da Guarda Revolucionária e forças de segurança internas, enquanto a coalizão mantém um ritmo intenso de ataques, conforme informação divulgada por dois oficiais israelenses e por autoridades americanas e israelenses.
Alvos prioritários e intenção militar
As autoridades disseram que os ataques noturnos feitos pelos Estados Unidos e por Israel terão como alvo principalmente lançadores de mísseis, forças de segurança interna e alvos da Guarda Revolucionária.
Ao mirar esses pontos, comandantes esperam degradar rapidamente a cadeia de lançamento e a logística que permite ao Irã executar barragens de mísseis contra alvos na região.
Ritmo de ataques e números citados
Segundo autoridades, Estados Unidos e Israel já atingiram mais de 1.250 alvos nos primeiros três dias da guerra, e espera-se que esse número dobre. O ritmo de ataques foi descrito como implacável e continuará durante a noite.
Uma das autoridades afirmou que o desempenho da campanha aérea, até o momento, tem superado expectativas, e que a ação conjunta deve reduzir significativamente a capacidade de lançar mísseis do Irã nas próximas 24 horas.
Declarações e risco de escalada
O presidente americano disse que a operação está adiantada em relação ao cronograma previsto, e afirmou que os ataques em conjunto com Israel “destruíram a liderança militar iraniana mais rápido do que haviam previsto”.
Em declarações anteriores, o presidente norte-americano também alertou o Irã contra ataques retaliatórios, ao afirmar, “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”.
Do lado iraniano, o regime afirmou considerar a retaliação como um direito e dever, após anúncios de vítimas provocados pelos ataques, e ameaçou lançar a “ofensiva mais pesada” da história, o que eleva o risco de escalada regional.
O que vem a seguir
Fontes esperam que a taxa de lançamentos de mísseis do Irã diminua até a noite de terça-feira, com menor número de projéteis sendo disparados contra Israel, se as operações atingirem os objetivos táticos indicados.
A continuidade dos ataques e a evolução das respostas iranianas definirão os próximos passos, enquanto a comunidade internacional acompanha a possibilidade de intensificação do conflito na região.