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Embaixada dos EUA na Jordânia desocupada por precaução após ‘ameaça’ não especificada, alto-falantes emitiram alerta e tensão aumenta com ataques entre EUA, Israel e Irã

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Embaixada dos EUA na Jordânia foi desocupada temporariamente por precaução após “ameaça” não especificada, alto-falantes emitiram alerta e o episódio aumentou a tensão regional

A Embaixada dos Estados Unidos na Jordânia foi desocupada temporariamente, “por precaução”, após o registro de uma “ameaça” não especificada, informou a própria embaixada.

Vídeos que circulam em grupos do WhatsApp na Jordânia mostram uma mensagem de alerta sendo transmitida pelos alto-falantes da representação, em árabe e inglês, orientando as pessoas a buscar abrigo.

O caso aumenta apreensão em Amã em um momento de forte escalada militar entre Estados Unidos, Israel e Irã, conforme informação divulgada pela Embaixada dos Estados Unidos na Jordânia.

O que aconteceu na Embaixada

A embaixada, uma das maiores do mundo, localizada em uma área nobre da capital, foi esvaziada temporariamente “por precaução”, segundo comunicado oficial. As autoridades não detalharam a natureza da “ameaça” ou se havia risco concreto à população local.

Alerta transmitido pelos alto-falantes

Em vídeos compartilhados nas redes, é possível ouvir a mensagem de segurança tocando nos alto-falantes. A mensagem dizia, em tradução reproduzida pela embaixada, “Abaixe-se, procure abrigo e afaste-se das janelas. Procure abrigo e aguarde novas instruções”.

O áudio, divulgado em árabe e inglês, gerou correria em áreas próximas, que combinam edifícios residenciais e comerciais, e obrigou a ativação de procedimentos de segurança no local.

Contexto regional e reação

O episódio ocorre em meio a uma sequência de ataques e retaliações no Oriente Médio. Segundo as informações recebidas, “Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado (28) uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano”.

O Irã, por sua vez, iniciou retaliações contra países que abrigam bases militares americanas, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque, e a mídia estatal iraniana afirmou que seu líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, “foi uma das vítimas feitas pelos ataques norte-americanos e israelenses”.

No front diplomático e verbal, líderes trocaram ameaças acreditadas nas declarações divulgadas: o presidente dos EUA escreveu que “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista” e prometeu manter ataques “ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”.

O que se sabe e próximos passos

Até o momento, não há confirmação pública de vítimas ou de um ataque direto contra a embaixada. Autoridades locais e a missão norte-americana mantêm comunicação sobre o caso e monitoram a situação, sem fornecer mais detalhes sobre a origem da “ameaça”.

Moradores e empresas da região foram orientados a permanecer atentos e seguir instruções das autoridades. A situação segue em evolução, e novas atualizações podem ser divulgadas pelas autoridades jordanianas e pela própria embaixada.