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Aulas suspensas em Juiz de Fora após decreto de calamidade pública, 14 óbitos e 584 milímetros em fevereiro, escolas e vias em situação de risco

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Aulas suspensas em Juiz de Fora foram anunciadas nesta terça-feira, 24, devido às fortes chuvas que atingem a cidade, com alagamentos e risco de deslizamentos que comprometem a circulação segura nas vias.

A administração municipal determinou a medida para proteger alunos e colaboradores, enquanto equipes de resgate seguem atuando em ocorrências de emergência.

As informações sobre mortes, volume de chuva e chamados de socorro foram divulgadas pela Prefeitura de Juiz de Fora e pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, conforme informação divulgada pela Prefeitura de Juiz de Fora e pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais.

Motivo da suspensão e impacto nas escolas

A decisão de suspender as aulas vale para toda a rede municipal, visando a segurança da comunidade escolar, alunos e profissionais. A prefeitura destacou que, devido à intensidade das chuvas, houve alagamentos e deslizamentos de terra, impossibilitando a circulação segura na região.

Com as vias comprometidas e pontos de risco identificados, a prioridade é evitar deslocamentos até que as condições sejam normalizadas, e a prefeitura avalia cronograma para retorno das atividades presenciais.

Decreto de calamidade pública e dados oficiais

Foi decretado, nesta terça-feira, estado de calamidade pública em Juiz de Fora, conforme publicação que declara a situação excepcional pelo prazo de 180 dias.

Segundo a administração municipal, 14 óbitos foram constatados decorrentes das chuvas, e o município enfrenta uma situação grave que exige medidas de resposta e apoio à população afetada.

Volume de chuva e atuação do Corpo de Bombeiros

A Prefeitura informou que, nesta segunda-feira, 23, o volume acumulado de chuva chegou à marca de 584 milímetros até a meia-noite, tornando fevereiro de 2026 o mês mais chuvoso já registrado na história do município, com precipitação quase quatro vezes acima da média histórica para o período.

Por volta das 21h15 de segunda, até as 4h desta terça, foram citados 211 chamados, segundo o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, registrando ocorrências de deslizamentos, desmoronamentos, pessoas ilhadas e soterramentos.

Resgate, orientações e próximos passos

Devido à gravidade, a corporação mobilizou mais de 20 militares do Batalhão de Emergências Ambientais e Resposta a Desastres, além de materiais de salvamento e cães de busca, para atuar nos chamados durante a madrugada.

As autoridades orientam que, diante de qualquer sinal de movimentação de terra, os moradores deixem imediatamente o local e busquem abrigo seguro, e que acompanhem as comunicações oficiais da Prefeitura sobre pontos de apoio e atualizações sobre a suspensão das aulas em Juiz de Fora.